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Sexta-feira, 20 de Julho de 2012

As depressões e eu

Nunca tive depressão nem nada do género. Às vezes sinto-me deprimida, mas passa em menos de nada. Mas sempre convivi com ela. A minha mãe sempre foi assolada por depressões e crises de ansiedade, vive "dopada" há uma série de anos, dependente de medicação, porque os psiquiatras por onde tem passado se limitaram a prescrever medicamentos, tornando-se dependente para o resto da vida.

Não é fácil coabitar com este género de doenças. E, luto todos os dias contra elas, porque acho que uma vez com depressão, para sempre com depressão ou pelo menos com mais tendência do que qualquer outra pessoa. A minha mãe, com a mudança do tempo é vê-la ir por aí abaixo.

E por saber como é, sempre lutei contra, com todas as minhas forças. Tento ser sempre forte, ver o copo meio cheio, não me deixar ir abaixo. Ajuda o facto de saber ser feliz com o que tenho e não ambicionar nada que não consiga alcançar com seriedade e trabalho, ajuda saber libertar estados de alma, gritar se preciso for, ajuda estar rodeada de pessoas que gostam de mim e de quem gosto e me puxam para cima quando é necessário, ajuda ter uma filha linda que me sorri todas as manhãs ao acordar, ajuda ter um pai que é uma força da natureza, que aguenta com tudo e ainda tem capacidade para aguentar mais um bocadinho só para nos ver sempre felizes, capacidade que herdou da mãe. A minha avó era um furacão, uma verdadeira mulher de armas. São exemplos para mim e, é assim que eu quero ser, posso tropeçar mas cair sem me levantar no segundo seguinte é que não, não posso deixar.

Agora, é o senhor lá de casa que não consegue lidar com o stress. Há uns dois anos que anda assim, sem saber lidar com o stress acumulado no trabalho, é que, aparentemente é a pessoa mais calma do mundo, nunca desbarata, sempre numa de paz e amor. Depois é vê-lo com dores aqui e ali,  a sentir-se mal disto ou daquilo, vai ao médico uma e outra vez e as respostas vão-se repetindo, não tem nada,é psicossomático e lá lhe receitam um victan ou um lexotan e eu sem saber o que fazer para não o deixar cair. Já tentei ignorar os queixumes, já o mandei ao médico, já conversei com ele. Ele está consciente do problema e com abertura suficiente para o resolver, é só encontrar o caminho. E havemos de o encontrar, juntos, os três.

E eu cá ando, cansada, rabugenta e com pouca paciência, mas com a certeza de que não quero cair. Não posso cair.

 

 


revelado por revelacoesdeumacarteirade20kg às 22:16

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